
Devemos usar nossas músicas, nossos pensamentos, poesias, escritas e arte em geral como forma de ampliar a mente de nossos seguidores, e não para deixá-las menor que um grão e eternamente fechadas. Devemos, hoje, incentivá-los a comerem da maçã da sabedoria e enxergarem de fato a verdadeira filosofia de vida de alguns ditos moralistas e defensores da humanidade. Devemos sim instaurar a revolução, impulsionar a mente pensativa e positiva; porque pecado maior é ter a ignorância impregnada na alma, pecado maior é ver e negar o que se tem diante de seus próprios narizes. Não devemos admitir rótulos infundáveis, eles não são deuses. Não podem mais limitar nossos conhecimentos com suas teorias fracassadas. A pobreza mental só é útil para alimentar o ego daqueles que se julgam soberanos, pois com ela, eles impedem que percebamos o quão rudes e cruéis são seus atos perante a sociedade, maioria e no entanto, até hoje, oprimida. Acabam, assim, ditando regras hierarquizantes na linha imaginária de um pensamento mais imaginário e criativo (digamos assim) ainda, mantendo a barreira entre eles, mentes doentes e hipócritas e nós, o povo!
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